No mundo todo um novo gênero de romances policiais começou a surgir, o chamado “policial literário”, que não se enquadra no que alguns denominam de subliteratura.
Deve-se dizer que nem todos os críticos concordam com o termo “subliteratura”, para o gênero policial, já que seria pretensioso demais catalogar Conan Doyle ou Agatha Christie nesse ítem.
Há razões de sobra para acreditar que a literatura deveria incluir o gênero de “literatura de lazer”, em que o autor se preocupa muito mais com o leitor e seu prazer de ler apenas pelo prazer de ler.
Com certeza melhoraríamos os índices de leitura se nossos editores se preocupassem um pouco mais com o prazer de ler. Um bom exemplo é Paulo Coelho que conseguiu chegar aos píncaros internacionais da glória por ter alcançado e acertado em cheio a linguagem que o povo quer e gosta de ler.
Justamente por isso, ele foi — e está sendo — um grande estímulo para o aumento do gosto pela leitura. Desde que Paulo Coelho começou a derramar no mercado a sua obra e começou tão bem a vendê-la, houve um acréscimo significativo na venda de livros.
Da mesma maneira, Jô Soares com seu “O Xangô de Bakerstreet”. Jô conseguiu mostrar que é bom ler, que se dá risada sozinho durante uma leitura e que se deixa para trás os problemas que afligem o dia-a-dia.
Contudo, é difícil descobrir os talentos que estão escondidos no meio da população brasileira, uma vez que a imensa maioria dos editores tem pouca coragem de investir em autores brasileiros, preferindo pegar obras já prontas, que dão pouco trabalho de edição e que têm o sucesso comercial garantido por um nome já “de peso”.
Por isso, tantos bons jamais conseguem brilhar. A K2 Editora vem se esforçando na caça de novos talentos que, com certeza, despontarão como verdadeiras estrelas, enriquecendo um pouco mais o firmamento da intelectualidade do Brasil.
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