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Escrever um romance – ou um simples conto – é um processo de criação que pode ser facilitado através de alguns procedimentos bastante simples.
É o que nos sugere Ryoki Inoue, o autor que mais escreveu e publicou romances em todo o planeta, segundo o International Guinness Book of Records. Segundo ele, é preciso:
1. Ter a vontade de escrever. É fundamental que a pessoa queira escrever um livro. Sem o desejo de criar, nada anda para a frente.
2. Ter a idéia. A pessoa tem de saber sobre o quê pretende escrever.
3. Acreditar na idéia. A pessoa precisa acreditar que sua idéia é boa e que tem potencial para se transformar num livro interessante. Nesta fase, a opinião de terceiros – principalmente profissionais em Consultoria Editorial – pode ser de grande valia.
4. Pesquisar. Uma vez definido sobre o quê vai escrever e realmente decidia a fazê-lo, a pessoa deve proceder a uma pesquisa suficientemente aprofundada sobre o assunto. Nesta fase, o que interessa é coletar a maior quantidade possível de dados que venham a ser úteis quando da elaboração do texto. Aqui também, a orientação de um consultor pode ser interessante, principalmente porque evitará dispersão e perdas de tempo.
5. Selecionar as informações. Trata-se de transformar os dados coletados em informação efetivamente úteis para a elaboração do texto. É uma espécie de filtragem que o autor fará, adaptando os dados coletados de forma a encaixá-los perfeitamente na idéia.
6. Montar o projeto do livro. Como todo trabalho criativo, é fundamental que haja um projeto, uma espécie de mapa, que deverá ser seguido – na medida do possível – para impedir que aconteçam excessivos desvios ou escapes de rota. Também nesta fase pode ser de grande serventia a utilização dos serviços de uma Consultoria Editorial.
7. Escrever o texto, procurando seguir o projeto e evitando ao máximo pisar fora da taquarinha. Depois que o texto estiver pronto, mais uma vez o autor deve procurar uma Consultoria Editorial para a avaliação do produto final e prospecção de sua viabilidade editorial.
A nossa maior fonte de idéias, segundo Ryoki Inoue, é a própria experiência de vida e o nosso cabedal cultural. Logo em segundo lugar, vem o dia-a-dia que pode ser visto nos jornais, revistas, televisão e outros meios de comunicação. Porém, tanto a captação de idéias como a transformação das mesmas em argumentos para escrever um livro, dependem muito de treinamento. Assim, Ryoki Inoue sugere que, para treinar a criatividade – no que diz respeito ao escritor – é necessário:
01. escrever pelo menos uma idéia por dia;
02. armazenar essas idéias;
03. observar e absorver, ou seja, aproveitar ao máximo suas observações
04. desenvolver a curiosidade sobre tudo que compõe o ambiente que o cerca
05. procurar compreender ao máximo esse ambiente
06. manter a mente e o espírito abertos para toda e qualquer novidade
07. acreditar nas próprias idéias
08. brincar com as idéias, associando-as, combinando-as, invertendo-as, modificando-as. |
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